O que é Apneia Obstrutiva do Sono? Entenda de forma simples
A apneia obstrutiva do sono é um distúrbio respiratório que acontece enquanto dormimos. Durante a noite, a passagem do ar pela garganta se fecha repetidamente, fazendo com que a pessoa pare de respirar por alguns segundos.

Essas pausas na respiração podem ocorrer dezenas ou até centenas de vezes por noite. Sempre que isso acontece, o nível de oxigênio no sangue cai e o cérebro precisa dar um “alerta” para o corpo voltar a respirar. Esse alerta provoca pequenos despertares que fragmentam o sono.
Qual médico especialista trata da apneia obstrutiva do sono?
O médico otorrinolaringologista com formação em medicina do sono, é o especialista mais indicado para a avaliação de roncos e apneia.

A Dra. Camilla é especialista no diagnóstico e tratamento dos roncos e apneia obstrutiva do sono. Com sólida formação, ampla experiência em tratamento clínico e cirúrgico e atualização constante por meio de cursos na área, está preparada para oferecer um tratamento moderno, seguro e eficaz.
São mais de 10 anos de experiência, com Título de Especialista pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia (ABORL) e pelo Ministério da Educação (MEC), após residência médica no Hospital Federal do Andaraí – RJ.
Além disso, possui formação em Medicina do Sono pelo renomado Instituto do Sono, em São Paulo.
Sua formação em Medicina do Sono pelo Instituto do Sono permite unir duas áreas fundamentais: o olhar do otorrino sobre a anatomia e a respiração e o conhecimento do especialista em sono sobre o impacto sistêmico da apneia. Essa integração faz toda a diferença nos resultados.
Dra. Camilla tem a formação, a experiência e o compromisso necessários para entender seu caso com profundidade e encontrar a melhor solução. Seu bem-estar é prioridade.
Veja o que alguns pacientes da Dra. Camilla dizem sobre ela:




Apneia Obstrutiva do Sono: sintomas, diagnóstico e tratamento no RJ
- O que é Apneia Obstrutiva do Sono? Entenda de forma simples
- Qual médico especialista trata da apneia obstrutiva do sono?
- Como a apneia acontece no corpo?
- Principais sintomas da apneia do sono que você não deve ignorar
- Apneia do sono vai muito além do ronco
- Quem tem mais risco de desenvolver apneia do sono?
- Como é feito o diagnóstico da apneia do sono?
- Polissonografia domiciliar x polissonografia em laboratório: qual a diferença?
- Tratamentos disponíveis para apneia do sono: do clínico ao cirúrgico
- Cirurgias para apneia do sono: quando são indicadas?
- Apneia do sono em crianças: sinais de alerta
- Como a Medicina do Sono transforma sua qualidade de vida
- Quando procurar um especialista em apneia do sono?
- Minha abordagem no tratamento da apneia do sono
- Perguntas Frequentes sobre Apneia do Sono (FAQ)
Por que a apneia prejudica tanto o descanso?
Mesmo sem perceber, quem tem apneia passa a noite alternando entre dormir e “acordar”. O sono deixa de ser profundo e reparador. Por isso, é comum que a pessoa apresente:
- cansaço ao acordar
- sonolência durante o dia
- dificuldade de memória e concentração
- dor de cabeça pela manhã
- irritabilidade e queda de rendimento.
Apneia do sono não é só ronco
Muitas pessoas acreditam que a apneia obstrutiva do sono é apenas um ronco alto. Na verdade, o ronco é apenas um dos sinais. Na apneia obstrutiva do sono existem também:
- pausas na respiração
- sensação de engasgo noturno
- sono agitado
- necessidade de urinar várias vezes à noite
- boca seca ao acordar.
Nem todo mundo que ronca tem apneia, mas todo paciente com apneia costuma roncar.
A apneia é uma doença comum e séria
A apneia obstrutiva do sono pode afetar homens, mulheres e crianças. Sem tratamento, ela está relacionada a diversos problemas de saúde, como:
- pressão alta
- doenças do coração
- diabetes
- aumento de peso
- ansiedade e depressão
- piora da qualidade de vida.
Existe tratamento para apneia obstrutiva do sono
Com avaliação especializada é possível identificar a causa da obstrução e definir o melhor tratamento para cada pessoa. Tratar a apneia significa voltar a dormir melhor, respirar melhor e proteger a saúde a longo prazo.
Como a apneia acontece no corpo?
Para entender a apneia obstrutiva do sono, precisamos imaginar o caminho que o ar faz quando respiramos. Durante o sono, os músculos da garganta relaxam naturalmente. Em algumas pessoas, esse relaxamento faz com que a passagem do ar fique estreita ou até se feche por completo.
O fechamento da via aérea durante o sono
A garganta funciona como um tubo por onde o ar passa para chegar aos pulmões. Na apneia obstrutiva do sono, esse tubo pode ser bloqueado por diferentes motivos:

- flacidez dos músculos da garganta
- aumento das amígdalas ou da adenoide
- língua mais volumosa
- desvio de septo e obstrução nasal
- excesso de peso na região do pescoço
- alterações no formato do rosto e da mandíbula.
Quando a via aérea se fecha, o ar não consegue passar e a respiração para por alguns segundos. Esse é o momento da apneia.
O que o corpo faz quando falta oxigênio?
Assim que o oxigênio começa a cair, o cérebro percebe o problema e envia um comando para “despertar” o corpo. A pessoa faz um movimento mais forte para puxar o ar, muitas vezes com um ronco alto ou sensação de engasgo.
Esse processo se repete várias vezes por noite, causando:
- esforço respiratório constante
- aumento dos batimentos cardíacos
- elevação da pressão arterial
- fragmentação do sono.
Por que o nariz também tem papel importante?
Muita gente não sabe, mas a respiração nasal é fundamental para um sono de qualidade. Quando o nariz está obstruído por rinite, desvio de septo ou aumento dos cornetos, a pessoa passa a respirar pela boca. Isso facilita o colapso da garganta e piora a apneia.

Por isso, na avaliação da apneia obstrutiva do sono, o otorrinolaringologista analisa todo o caminho do ar: nariz, boca, garganta e estrutura facial.
Apneia é resultado de vários fatores
A apneia obstrutiva do sono raramente tem uma única causa. Geralmente é a soma de fatores como:
- anatomia da face e do pescoço
- ganho de peso
- alterações nasais
- envelhecimento
- hábitos como álcool e cigarro.
Entender como a apneia acontece no corpo é o primeiro passo para definir o tratamento mais adequado para cada paciente.
Principais sintomas da apneia do sono que você não deve ignorar
A apneia obstrutiva do sono costuma dar vários sinais, mas nem sempre eles são percebidos como um problema de saúde. Muitas pessoas acreditam que é “normal” roncar, acordar cansado ou sentir sono durante o dia. Não é.
Reconhecer os sintomas da apneia é o primeiro passo para buscar ajuda e evitar complicações futuras.
Sintomas noturnos da apneia do sono
Durante a noite, quem tem apneia obstrutiva do sono pode apresentar:
- ronco alto e irregular
- pausas na respiração percebidas por outra pessoa
- sensação de engasgo ou sufocamento
- sono agitado, com muitas mudanças de posição
- acordar várias vezes sem motivo
- boca seca e sede ao despertar
- necessidade de urinar várias vezes à noite.
Muitas vezes é o parceiro ou familiar que percebe primeiro as pausas respiratórias e o ronco intenso.
Sintomas durante o dia
Como o sono não é reparador, o corpo “cobra a conta” no dia seguinte. Os sintomas mais comuns são:
- cansaço ao acordar, mesmo dormindo muitas horas
- sonolência excessiva durante o dia
- dificuldade de memória e concentração
- dor de cabeça pela manhã
- irritabilidade e alterações de humor
- queda de produtividade no trabalho
- diminuição da libido.
Esses sinais costumam ser confundidos com estresse, ansiedade ou rotina puxada, atrasando o diagnóstico.
Sintomas da apneia obstrutiva do sono em mulheres
Nas mulheres, a apneia pode se manifestar de forma um pouco diferente, com:
- insônia
- palpitações noturnas
- ansiedade e desânimo
- piora dos sintomas na menopausa.
Por isso, muitas mulheres demoram mais para descobrir a doença.
Sintomas da apneia obstrutiva do sono em crianças
Nas crianças, os sinais também mudam:
- ronco frequente
- respiração pela boca
- dificuldade escolar
- agitação e hiperatividade
- alterações no crescimento facial.
Quando desconfiar de apneia obstrutiva do sono?
Se você apresenta ronco associado a qualquer um destes sintomas, é importante investigar. A apneia não tratada aumenta o risco de pressão alta, arritmias, diabetes e doenças cardiovasculares.
Buscar avaliação especializada é fundamental para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento correto.
Apneia do sono vai muito além do ronco
Muitas pessoas procuram ajuda apenas por causa do ronco, mas a apneia obstrutiva do sono é muito mais do que um barulho incômodo à noite. Ela é uma doença que afeta todo o organismo e pode trazer consequências importantes para a saúde.
O que acontece no corpo de quem tem apneia?
Cada pausa na respiração provoca uma queda do oxigênio no sangue. Para compensar, o corpo reage com:
- aumento da pressão arterial
- aceleração dos batimentos cardíacos
- liberação de hormônios do estresse
- inflamação silenciosa no organismo.
Quando isso se repete noite após noite, o risco de doenças aumenta de forma significativa.
Principais problemas relacionados à apneia obstrutiva do sono
A apneia do sono sem tratamento está associada a:
- hipertensão arterial de difícil controle
- arritmias e doenças do coração
- maior risco de infarto e AVC
- diabetes e resistência à insulina
- ganho de peso e dificuldade para emagrecer
- ansiedade e depressão
- queda de memória e atenção.
Além disso, a sonolência diurna aumenta o risco de acidentes no trânsito e no trabalho.
Impacto na qualidade de vida
Quem convive com apneia costuma relatar:
- falta de energia para atividades do dia a dia
- rendimento profissional reduzido
- irritabilidade constante
- prejuízo nos relacionamentos
- diminuição do desempenho físico.
O sono é a base da nossa saúde. Quando ele é interrompido pela apneia, todo o corpo sente.
A boa notícia: a apneia tem tratamento
Com o diagnóstico correto e o tratamento adequado, é possível:
- voltar a dormir profundamente
- melhorar a disposição
- controlar a pressão arterial
- reduzir o risco cardiovascular
- recuperar qualidade de vida.
Por isso, não encare o ronco e o cansaço como algo “normal”. Eles podem ser sinais de um problema tratável.
Quem tem mais risco de desenvolver apneia do sono?
A apneia obstrutiva do sono pode afetar qualquer pessoa, mas alguns fatores aumentam bastante a chance de desenvolver o problema. Conhecer esses fatores de risco ajuda a perceber quando é hora de buscar avaliação especializada.
Principais fatores de risco para apneia
Algumas condições favorecem o fechamento da via aérea durante o sono:
- excesso de peso, especialmente na região do pescoço
- alterações no formato do rosto e da mandíbula
- aumento das amígdalas e da adenoide
- desvio de septo e obstrução nasal
- língua mais volumosa
- pescoço mais curto ou largo
- histórico familiar de apneia.
Esses fatores podem estar presentes isoladamente ou combinados.
Idade e apneia do sono
Com o passar dos anos, a musculatura da garganta fica mais flácida e a apneia se torna mais comum. Por isso, o problema é mais frequente:
- em adultos acima de 40 anos
- em mulheres após a menopausa
- em idosos.
Mas é importante lembrar: jovens e crianças também podem ter apneia.
Apneia em crianças
Nas crianças, as causas costumam ser diferentes. Os principais fatores são:
- aumento das amígdalas e adenoide
- respiração pela boca
- alterações no crescimento da face
- rinite e obstrução nasal.
O tratamento precoce é fundamental para evitar prejuízos no desenvolvimento.
Hábitos que pioram a apneia
Alguns comportamentos podem agravar muito o quadro:
- consumo de álcool à noite
- uso de cigarro
- sedativos e relaxantes musculares
- dormir de barriga para cima
- ganho de peso recente.
Mudar esses hábitos já pode trazer melhora importante em muitos casos.
Como saber se estou no grupo de risco?
Se você apresenta ronco, cansaço ao acordar e possui algum desses fatores, vale investigar. A apneia é comum, tratável e quanto antes for diagnosticada, melhores são os resultados.
Teste rápido: você pode ter apneia do sono?
Responda às perguntas abaixo com SIM ou NÃO:
- Você ronca alto, a ponto de incomodar outras pessoas?
- Alguém já percebeu que você para de respirar enquanto dorme?
- Você sente muito sono ou cansaço durante o dia?
- Acorda com dor de cabeça com frequência?
- Tem pressão alta ou dificuldade para controlá-la?
- Está acima do peso ou ganhou peso recentemente?
- Costuma acordar com boca seca ou com sensação de engasgo?
- Levanta várias vezes à noite para urinar?
Se respondeu SIM para 3 ou mais perguntas, existe um risco importante de apneia do sono e vale procurar avaliação com otorrinolaringologista especialista em sono.
Como é feito o diagnóstico da apneia do sono?
O diagnóstico da apneia obstrutiva do sono começa com uma conversa detalhada com o paciente. Mais do que ouvir sobre o ronco, o médico precisa entender como é o seu sono, seus sintomas durante o dia e seu histórico de saúde.
Avaliação clínica completa
Na consulta, são avaliados:
- queixas de ronco e pausas respiratórias
- presença de sonolência diurna
- histórico de pressão alta, diabetes e doenças cardíacas
- uso de medicamentos
- hábitos de vida e rotina de sono.
Além disso, o exame físico feito pelo otorrinolaringologista é fundamental para identificar possíveis pontos de obstrução.
Exame otorrinolaringológico
O especialista avalia todo o caminho por onde o ar passa:
- nariz (desvio de septo, rinite, cornetos)
- boca e posição da língua
- tamanho das amígdalas
- formato da garganta e da mandíbula.
Essa avaliação ajuda a entender a causa da apneia e a definir o melhor tratamento para cada pessoa.
Polissonografia: o exame do sono
O exame padrão para confirmar a apneia é a polissonografia. Ele registra durante a noite:
- número de pausas respiratórias
- nível de oxigênio no sangue
- frequência cardíaca
- estágios do sono
- presença e intensidade do ronco.
Com base nesse exame, a apneia é classificada em leve, moderada ou grave.
Por que o diagnóstico correto é tão importante?
Cada paciente tem uma causa diferente para a apneia. Algumas pessoas melhoram com tratamento clínico, outras precisam de CPAP e, em muitos casos, a correção cirúrgica das vias aéreas traz excelente resultado.
Por isso, o diagnóstico individualizado é essencial para escolher o caminho mais eficaz e seguro.
Polissonografia domiciliar x polissonografia em laboratório: qual a diferença?
Hoje existem duas formas principais de realizar o exame do sono.
Polissonografia em laboratório

É feita em clínica especializada, com acompanhamento durante toda a noite. Registra um grande número de informações, como:
- atividade cerebral
- movimentos do corpo
- fluxo de ar
- oxigenação
- batimentos cardíacos.
É considerada o exame mais completo e indicado principalmente para casos mais complexos.
Polissonografia domiciliar
O paciente dorme em casa com um aparelho portátil e sensores. Avalia os principais parâmetros da apneia e tem algumas vantagens:
- maior conforto por estar no próprio ambiente
- noite de sono mais próxima do habitual
- praticidade e agilidade.
Para muitos pacientes, a polissonografia domiciliar é suficiente para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento.
Qual escolher?
A decisão depende dos sintomas, das doenças associadas e da avaliação médica. O importante é que o exame seja interpretado por profissional capacitado em medicina do sono.
Tratamentos disponíveis para apneia do sono: do clínico ao cirúrgico
O tratamento da apneia obstrutiva do sono não é igual para todos. Ele deve ser individualizado, de acordo com a causa da obstrução, a gravidade da apneia e o perfil de cada paciente.
Mudanças de hábitos que já fazem diferença

Em muitos casos, pequenas mudanças trazem grande melhora:
- perda de peso quando necessário
- evitar álcool à noite
- parar de fumar
- dormir de lado
- tratar a rinite e a obstrução nasal.
Essas medidas costumam fazer parte de qualquer plano terapêutico.
CPAP: padrão-ouro para muitos pacientes

O CPAP é um aparelho que envia ar sob pressão para manter a via aérea aberta durante o sono. Ele:
- elimina as pausas respiratórias
- reduz o ronco
- melhora a oxigenação
- devolve o sono reparador.
É muito eficaz, principalmente nas apneias moderadas e graves.
Aparelhos intraorais

São dispositivos usados na boca durante a noite para posicionar melhor a mandíbula e a língua, indicados para:
- apneia leve a moderada
- pacientes que não se adaptam ao CPAP
- ronco primário.
Tratamento cirúrgico da apneia
Quando existe obstrução anatômica importante, a cirurgia pode ser a melhor opção. Entre os procedimentos estão:
- septoplastia e turbinectomia
- cirurgia das amígdalas e adenoide
- faringoplastias
- cirurgias combinadas das vias aéreas.
O objetivo é ampliar a passagem do ar e melhorar a respiração de forma definitiva.
Qual é o melhor tratamento?
Não existe uma única solução. O melhor tratamento é aquele que:
- resolve a causa da apneia
- se adapta à rotina do paciente
- melhora de fato a qualidade de vida.
Por isso, a avaliação com otorrinolaringologista especialista em sono é fundamental.
Cirurgias para apneia do sono: quando são indicadas?
A cirurgia para apneia do sono é indicada quando existe uma obstrução anatômica que impede a passagem adequada do ar durante o sono. Diferente do CPAP, que trata o efeito, a cirurgia pode atuar diretamente na causa do problema.
Nem todo paciente com apneia precisa de cirurgia
A decisão cirúrgica depende de vários fatores:
- gravidade da apneia
- local da obstrução
- presença de alterações no nariz e na garganta
- dificuldade de adaptação ao CPAP
- expectativas e perfil do paciente.
Por isso, a avaliação individual é essencial.
Principais cirurgias para apneia do sono
Cirurgias do nariz
Quando o paciente tem obstrução nasal importante, procedimentos como:
- septoplastia (correção do desvio de septo)
- turbinectomia ou turbinoplastia
- cirurgia da sinusite
- tratamento de rinite crônica
podem melhorar muito a respiração e a qualidade do sono.
Cirurgias da garganta
Indicadas quando o bloqueio ocorre na região das amígdalas, palato e base da língua:
- amigdalectomia
- faringoplastias
- cirurgias combinadas das vias aéreas.
Esses procedimentos ampliam o espaço para a passagem do ar e reduzem as pausas respiratórias.
Cirurgias combinadas
Muitos pacientes têm mais de um ponto de obstrução. Nesses casos, a associação de técnicas traz resultados mais eficazes.
Quais são os benefícios da cirurgia?
Quando bem indicada, a cirurgia pode:
- reduzir ou eliminar o ronco
- diminuir as pausas respiratórias
- melhorar a oxigenação noturna
- aumentar a disposição diurna
- reduzir a necessidade de CPAP.
A importância da avaliação especializada
A indicação cirúrgica deve ser feita por otorrinolaringologista com experiência em medicina do sono. O exame clínico detalhado e a polissonografia são fundamentais para definir o melhor caminho.
Cada paciente é único, e o tratamento precisa respeitar suas características anatômicas e suas necessidades.
Apneia do sono em crianças: sinais de alerta

A apneia do sono não é um problema apenas de adultos. Muitas crianças também sofrem com pausas respiratórias durante a noite, e isso pode afetar diretamente o desenvolvimento físico, emocional e escolar.
Diferente dos adultos, a apneia infantil costuma ter causas e sintomas próprios, e por isso merece atenção especial.
Principais sinais de apneia em crianças
Os pais devem ficar atentos quando a criança apresenta:
- ronco frequente e alto
- respiração pela boca durante o dia e à noite
- pausas na respiração enquanto dorme
- sono agitado, com muitas mudanças de posição
- suor excessivo ao dormir
- salivação no travesseiro.
Esses sinais nunca devem ser considerados “normais da idade”.
Sintomas durante o dia
A apneia na criança também se manifesta fora do período do sono:
- dificuldade de concentração
- queda no rendimento escolar
- agitação e hiperatividade
- irritabilidade
- cansaço constante
- atraso no crescimento e no ganho de peso.
Muitas crianças são confundidas com quadros de déficit de atenção quando, na verdade, o problema é um sono de má qualidade.
Principais causas da apneia infantil
Na infância, a causa mais comum é:
- aumento das amígdalas e da adenoide
- obstrução nasal por rinite
- alterações no crescimento da face
- respiração oral crônica.



Essas condições dificultam a passagem do ar e favorecem as pausas respiratórias.
Por que tratar a apneia na infância é tão importante?
O sono é fundamental para:
- crescimento adequado
- desenvolvimento do cérebro
- aprendizado
- equilíbrio emocional
- formação correta da face.
Quanto mais cedo a apneia é tratada, menores são as consequências para a criança.
Como é o tratamento?
Após avaliação do otorrinolaringologista e exame do sono, o tratamento pode incluir:
- controle da rinite
- mudanças de hábitos
- uso de medicamentos específicos
- cirurgia das amígdalas e adenoide quando indicado.
O objetivo é devolver à criança um sono tranquilo e um desenvolvimento saudável.
Como a Medicina do Sono transforma sua qualidade de vida
Dormir bem não é um luxo, é uma necessidade básica do corpo. A Medicina do Sono existe para devolver ao paciente algo essencial: um sono que realmente descanse, recupere e proteja a saúde.
Quando a apneia do sono é tratada corretamente, a mudança na qualidade de vida costuma ser rápida e perceptível.
O que melhora quando a apneia é tratada?
Os pacientes costumam relatar:
- mais disposição ao acordar
- redução do cansaço durante o dia
- melhora da memória e da concentração
- diminuição da irritabilidade
- controle mais fácil da pressão arterial
- melhora do humor e da ansiedade.
Muitos descrevem a sensação de “voltar a viver com energia”.
O tratamento vai além de eliminar o ronco
A Medicina do Sono não trata apenas um sintoma. O objetivo é cuidar da saúde de forma global:
- proteger o coração
- equilibrar os hormônios
- melhorar o metabolismo
- reduzir o risco de doenças crônicas
- devolver bem-estar físico e mental.
Abordagem individualizada
Cada pessoa tem uma história, uma anatomia e uma rotina diferente. Por isso, o tratamento da apneia deve ser personalizado, levando em conta:
- a causa da obstrução
- a gravidade do exame do sono
- as doenças associadas
- as expectativas do paciente.
Essa visão integrada é o que faz a diferença nos resultados.
Respirar melhor para viver melhor

Tratar a apneia significa:
- voltar a ter um sono profundo
- recuperar energia para o dia a dia
- melhorar relações pessoais e profissionais
- investir na saúde a longo prazo.
Quando procurar um especialista em apneia do sono?
Muitas pessoas convivem por anos com sintomas de apneia sem saber que existe tratamento. Ronco, cansaço e sono não reparador acabam sendo vistos como algo “normal da rotina”. Mas não são.
Existem sinais claros de que é hora de procurar um otorrinolaringologista especialista em sono.
Procure avaliação se você apresenta:
- ronco alto e frequente
- pausas na respiração durante o sono
- sensação de engasgo à noite
- cansaço ao acordar
- sonolência durante o dia
- dificuldade de memória e concentração
- dor de cabeça matinal
- pressão alta de difícil controle.
Se esses sintomas estão presentes, investigar a apneia é fundamental.
Situações que exigem atenção imediata
Alguns casos merecem avaliação mais urgente:
- sonolência ao dirigir
- histórico de doenças cardíacas
- ganho de peso recente com piora do ronco
- arritmias ou hipertensão resistente
- crianças com ronco e dificuldade escolar.
Nessas situações, o diagnóstico precoce pode prevenir complicações importantes.
Quem deve procurar o especialista mesmo sem roncar?
Nem todo paciente com apneia ronca. Vale investigar quando houver:
- fadiga crônica sem causa aparente
- insônia associada a despertares frequentes
- ansiedade e irritabilidade sem explicação
- queda de rendimento no trabalho.
O que esperar da nossa consulta?

Espere uma consulta detalhada e com duração média de 60 minutos, podendo variar de acordo com a necessidade de cada paciente.
Na avaliação, a Dra. Camilla Ferreira irá:
- ouvir suas queixas com atenção e perguntar sobre estilo de vida e doenças associadas
- examinar nariz, boca e garganta, através da videoendoscopia
- solicitar exame do sono quando necessário
- explicar as opções de tratamento mais adequadas.
O objetivo é encontrar a causa do problema e devolver um sono saudável.
Minha abordagem no tratamento da apneia do sono
Sou otorrinolaringologista com capacitação em Medicina do Sono e, ao longo da minha trajetória, aprendi que tratar a apneia vai muito além de olhar apenas para um exame. É preciso enxergar a pessoa como um todo: sua respiração, seu sono, sua rotina e suas expectativas.
Cuidar da causa, não só do sintoma
No meu atendimento, busco identificar exatamente onde está o problema:
- obstrução nasal
- alterações na garganta
- formato da face e da mandíbula
- hábitos que prejudicam o sono
- doenças associadas.
A partir dessa avaliação completa, construo um plano de tratamento individualizado, que pode envolver desde mudanças simples de hábitos até terapias com CPAP ou cirurgias das vias aéreas.
Experiência integrada entre otorrino e sono
Minha formação em Medicina do Sono pelo Instituto do Sono em São Paulo – UNIFESP me permite unir duas áreas fundamentais:
- o olhar do otorrino sobre a anatomia e a respiração
- o conhecimento do especialista em sono sobre o impacto sistêmico da apneia.
Essa integração faz toda a diferença nos resultados.
Tratamento humanizado e baseado em evidências
Acredito em um cuidado próximo, onde o paciente entende:
- o que está acontecendo com seu corpo
- por que cada tratamento foi indicado
- quais resultados esperar.
Meu objetivo é devolver qualidade de vida real: acordar disposto, respirar melhor e proteger a saúde a longo prazo.
Atendimento na Clínica Bonanni – Botafogo, RJ



Realizo nossas consultas e tratamentos na minha clínica no Rio de Janeiro, com estrutura voltada para:
- avaliação completa do sono
- investigação das vias aéreas
- acompanhamento clínico
- indicação cirúrgica quando necessária.
Cada paciente é único, e o tratamento também deve ser.
Perguntas Frequentes sobre Apneia do Sono (FAQ)
Apneia do sono tem cura?
Em muitos casos é possível controle completo com tratamento adequado.
Todo mundo que ronca tem apneia?
Não. O ronco é um sinal, mas é preciso investigar pausas respiratórias.
Criança pode ter apneia?
Sim, principalmente por aumento de amígdalas e adenoide.
CPAP é para sempre?
Depende da causa e da resposta ao tratamento.
Emagrecer melhora a apneia?
Sim, pode reduzir significativamente os sintomas.
Álcool piora a apneia?
Sim, pois relaxa a musculatura da garganta.
Apneia causa pressão alta?
Pode contribuir para hipertensão de difícil controle.
Polissonografia dói?
Não, é um exame indolor.
Cirurgia substitui o CPAP?
Em casos selecionados, sim.
Apneia afeta memória?
Sim, devido à fragmentação do sono.
Sua saúde otorrinolaringológica é fundamental para sua qualidade de vida. Não deixe sintomas persistentes sem avaliação especializada.
Agende sua consulta e descubra como podemos te auxiliar.
Sua saúde é a nossa prioridade!
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